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Método

MEDIR

Cinco fases, sempre pela mesma ordem, seja qual for o setor ou a dimensão. É o que nos permite dizer-lhe no primeiro dia o que vai acontecer, quando, e o que recebe em cada passo.

  1. MapearSemana 1
  2. EstimarSemana 2
  3. DecidirSemana 2
  4. ImplementarSemana 3+
  5. ReverContínuo

O primeiro passo

Mapa da operação

As três primeiras fases do MEDIR num serviço fechado. Termina com o custo anual e um plano ordenado por retorno. A decisão de avançar vem depois.

O que inclui

  • Conversas com quem faz o trabalho, não só com quem o gere
  • Leitura das ferramentas e dos dados que já usa
  • O custo anual de cada ponto de fricção
  • Um plano de iniciativas ordenado por retorno

Quanto tempo

2 semanas

Mapear na primeira. Estimar e decidir na segunda.

Quanto custa

Preço fixo

Fechado antes de começar. Se avançar para o projeto, é descontado.

Marcar o Mapa da operação

Sem licenças nem subscrições: só trabalho e conversas com quem executa.

  1. Mapear

    Semana 1

    Entramos na operação e seguimos os processos como eles são de facto, não como estão no manual. Falamos com quem executa, não apenas com quem gere, porque é aí que estão os atalhos que ninguém documentou.

    O que recebe

    • Mapa dos processos como são executados
    • Inventário de sistemas e dos dados que se duplicam
    • Lista de pontos de fricção, por frequência
  2. Estimar

    Semana 2

    Cada ponto de fricção passa a ter um número: quantas horas consome, com que frequência acontece, a que custo por hora. É aqui que o problema deixa de ser uma sensação e passa a ser uma conta.

    O que recebe

    • Custo anual por processo
    • Ranking de desperdício, do maior para o menor
    • Todos os pressupostos abertos e discutíveis
  3. Decidir

    Semana 2

    As iniciativas ficam ordenadas por retorno e esforço, cada uma com impacto estimado. A decisão é sua: a nossa parte é garantir que é tomada com números à frente e não por intuição.

    O que recebe

    • Plano priorizado por retorno
    • Estimativa de impacto por iniciativa
    • Faseamento, prazos e orçamento
  4. Implementar

    A partir da semana 3

    Construímos em cima do que já existe. Sem migrações forçadas, sem parar a operação e com a sua equipa a acompanhar desde o primeiro dia, porque o que ninguém percebe, ninguém usa.

    O que recebe

    • Processos automatizados em produção
    • Sistemas a partilhar a mesma informação
    • Equipa formada e autónoma
  5. Rever

    Contínuo

    Cada iniciativa fica com indicadores. O que produz resultado, escalamos. O que não produz, corrigimos ou retiramos, e dizemos-lhe isso, mesmo quando a ideia foi nossa.

    O que recebe

    • Painel de indicadores atualizado sozinho
    • Revisão mensal com a equipa
    • Relatório de impacto contra o previsto

Porque funciona

Três regras a que não abrimos exceção.

  • Medir antes de mexer.

    Automatizar um processo mau só faz perder dinheiro mais depressa, e torna o erro mais difícil de ver. Por isso o Mapa da operação não é opcional: é por onde tudo começa.

  • Construir sobre o que existe.

    Não forçamos migrações. O ERP, o CRM e as ferramentas que a equipa domina ficam onde estão: passam é a falar umas com as outras.

  • Mostrar a conta.

    Os pressupostos de cada número estão sempre à vista. Se uma estimativa não se aguenta quando é questionada, não a usamos.

O MEDIR aplicado

Cinco fases, um mês até à produção.

O caso Indie Campers percorre o método de ponta a ponta: das contas lidas em agosto ao motor que, desde setembro, gere 20 marketplaces.

Ler o caso

Falar connosco

Duas perguntas e marcamos o Mapa da operação.

Respondemos com números. Falar com quem vai estar no projeto.

Marcar chamada com LourençoLourenço Barros · Gestão de Clientes

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